GUIA | Saiba (quase) tudo sobre Vilhena, a cidade do Intercom Norte 2018!

De 22 a 24 de maio de 2018, o Intercom Norte chega ao Portal da Amazônia: Vilhena, cidade no sul de Rondônia, que receberá pela primeira vez a edição do Congresso Regional de Ciências da Comunicação. Mais que isso: será a primeira vez que o evento será realizado em uma cidade que não é capital de um dos sete Estados da região.

A sede escolhida é a Universidade Federal de Rondônia (Unir). Não por acaso, talvez seja justamente a união que marca a cidade, conhecida pela grande mistura de povos de origens diversas, em especial das regiões sudeste e sul do país, atraídas pelas oportunidades geradas pela colonização do local e por sua posição estratégica.

Criada em 1982, a Unir – Campus Vilhena fica a cerca de um quilômetro do centro da cidade e é a única Instituição de Ensino Superior  pública do Estado que possui curso de Comunicação Social (Jornalismo), por isso foi a escolhida como sede do evento.

Segundo Allysson Viana Martins, professor doutor em Comunicação e coordenador local do Intercom Norte 2018, “a descentralização da produção do conhecimento na Comunicação já acontece com eventos regionais, fazê-los chegar em lugares que não a capital é um passo ainda mais profícuo para oportunizar o debate na nossa área, não apenas pelos pesquisadores, mas também estudantes e profissionais. Muitos nunca puderam participar de eventos deste porte, e o Intercom Norte é o maior evento regional do campo da Comunicação. Existe ainda um fortalecimento dos cursos que não estão na capital, sobretudo para os docentes e estudantes que fazem um trabalho sério neles, muitas vezes, sem conexão com outros docentes, profissionais e discentes da nossa região”.

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É ainda o docente que destaca que “o evento acontecer em Vilhena é ainda mais peculiar. No Norte, Rondônia é o único estado que possui curso de jornalismo em uma universidade pública somente no interior, além disso, o clima, a cultura e o processo de migração de Vilhena vão espantar muitos que nunca ouviram falar da cidade”, enfatiza.

O Intercom deve atrair centenas de estudantes, profissionais e educadores, mas mesmo assim, muitas pessoas ainda não sabem e mesmo não conhecem mais sobre a cidade. Por isso, contando com a colaboração fundamental de Mileide Queiroz, Aline Rayane e Gabryel Biavatti, estudantes e moradores da cidade, este post pode ajudar você a se organizar melhor ainda para participar desta edição do evento! Aproveite!

 

  • VILHENA? ONDE FICA?

Criada em 1977 e distante pouco mais de 700 km de Porto Velho, capital de Rondônia, Vilhena é conhecida como “Portal da Amazônia”, por ser “a porta de entrada” ao sul da região, divisa com o Mato Grosso. Além disso, com temperaturas amenas ao longo de praticamente o ano todo, é também chamada de “Cidade clima”, por se diferenciar do calor característico da Amazônia.

Vilhena ocupa parte da região sul de Rondônia, fazendo fronteira com o Mato Grosso e distante algumas horas de cidades fronteiriças à Bolívia. Mapa: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

Com população estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2017 de mais de 95 mil habitantes, Vilhena possuía no último Censo realizado em 2010 mais de 76 mil pessoas. Como se vê, quem for até a cidade participar do Intercom encontrará uma realidade diferente – e possivelmente mais tranquila – do que em metrópoles como Manaus e Belém. Outro detalhe: não esqueça de atualizar seu relógio, já que a cidade possui um fuso horário de uma hora a menos em relação à Brasília-DF.

Quarto maior município do Estado, faz fronteira com outras cidades do chamado “Cone Sul”, como Colorado do Oeste, Cerejeiras, Cabixi, Corumbiaria, Pimenteiras do Oeste, Chupinguaia, Pimenta Bueno e Espigão do Oeste. Ao leste, já é a cidade de Comodoro, no Mato Grosso.

 

  • COMO CHEGAR?

Há duas formas de chegar a Vilhena: via terrestre, pela rodovia BR-364, ou por um voo diário da Azul (única companhia que opera lá) no horário do almoço, com partida de Cuiabá-MT e chegada no aeroporto na cidade, Brigadeiro Camarão.

Outra alternativa de viagem é ir de avião até a Porto Velho ou Cuiabá (ou outra cidade do Mato Grosso) e de lá pegar um ônibus até Vilhena. A distância de ambas as capitais até a cidade do Intercom é praticamente a mesma e a viagem dura em média 12h.

Leia também: Uma canção (inusitada), seis impressões: o Intercom Norte 2017 e a pesquisa na/ da Amazônia

Para quem for de Belém e quiser ir apenas de avião, prepare-se para algumas paradas, seja pela Latam ou pela GOL. Os voos daqui até Porto Velho em geral antes param em Brasília e os que vão até a capital mato-grossense também fazem conexão na capital federal ou em São Paulo.

Já quem quiser ir em “voo direto” de Cidade das Mangueiras a Vilhena, a Azul disponibiliza, em geral, uma trajetória tanto quanto cansativa: Belém – Belo Horizonte – Goiânia – Cuiabá – Vilhena (é, isto mesmo que você leu!)

Já o deslocamento interno, isto é, dentro da cidade, também é complexo: há somente uma linha de ônibus, que passa em determinados horários por locais específicos, como no Centro. A má notícia é que os ônibus não passam na Unir (quem sabe isto mude durante o evento…). Para chegar lá pode-se ir caminhando do Centro (cerca de 1 km) ou usar táxi. Veja mais:

Quadro feito por Mileide Queiroz para o Site Morcegada e gentilmente cedido pela autora.

 

Outra má notícia é que, ao menos até janeiro deste ano, não há aplicativos de mobilidade urbana como Uber, Yet Go e 99 POP operando na cidade. Também vamos torcer para que haja mudanças até a data do evento! 

 

  • ONDE FICAR?

Ao contrário do que você possa pensar, a rede hoteleira de Vilhena não é das menores. Levando em conta indicações e pesquisando pela web, pode-se encontrar mais de 20 hoteis na cidade e em municípios próximos rapidamente.

Destes, listei 15 que podem ser boas alternativas para as pessoas que pretendem ir até lá 🙂 Infelizmente a cidade ainda não conta com hostels, que em geral possuem ótimo serviços a custos menores.

Veja alguns dos hoteis que a cidade possui:

1. Hotel Vizon

2. Mirage Hotel

3. Hotel Portal do Norte

4. Amazon Plazza Hotel

5. Portinari Palace Hotel

6. Hotel Colorado

7. Hotel Comodoro

8. Hotel Cariman

9. Hotel Paraná

10. Hotel Vitória

11. Hotel Santa Rosa

12. Majestic Hotel

13. Olinda Palace Hotel

14. Luz Hotel Brasil

15. Hotel Pirâmide

 

Há ainda a possibilidade de hospedagem solidária e outras alternativas, como o Airbnb (apesar da oferta de quartos e residência atualmente ser ínfima). De acordo com Allysson Martins, “hoje não podemos garantir (alojamento na universidade), mas estamos articulando parcerias para que haja um grande alojamento aos estudantes, além de parcerias com hotéis da cidade. Estamos ainda contando com a hospedagem solidária, que normalmente acontece nos eventos regionais, mas isso fica sob organização dos próprios estudantes, com a gente apenas divulgando essas possibilidades e auxiliando na medida do possível”, explica.

 

  • NEM TUDO É CONGRESSO…

Obviamente qualquer congresso não é feito somente das atividades acadêmicas e nem das culturais propostas e apresentadas pelo mesmo. Há ainda a possibilidade, sempre importante, de conhecer a cidade, seu povo, sua cultura.

“A organização quer apresentar Vilhena. Buscamos parcerias com a prefeitura e empresas locais para tornar o Intercom Vilhena um evento da cidade, não restrito apenas à universidade. A ideia é ampliar e trabalhar a própria interdisciplinaridade proposta pelos congressos da Intercom, além do tema de 2018, sobre diversidade e gênero. Vilhena tem muito a oferecer, queremos também apresentar através dela uma faceta do Norte, distante dos estereótipos, pois fazemos parte de uma região que não pode ser reduzida a apenas algumas peculiaridades”, enfatiza Allysson Martins.

Para isto, é bom ter em mente logo alguns dos pontos principais da cidade, seja para curtir alguma festa, passear, beber e/ou comer algo, como o Ace Of Spades Rock Bar ; Four Pub ; Village Old Ranche; Villa Beer; Texas Music Bar Cantinho do Chola; Recanto da Praça Galeria Mirage ; Strike Boliche Bar e Tereré & Cia (ficam no Park Shopping Vilhena), entre outros.

Para quem quiser renovar o acervo de fotos para o Instagram, ops, entrar em contato com a natureza e pontos turísticos mais tradicionais, agende logo: o principal ponto turístico atualmente na cidade é o Parque Ecológico

 

Além disso, a cidade possui o Museu Marechal Rondon, infelizmente abandonado pelo poder público, pelo que me informaram. Apesar disto, o grande momento do ano na cidade é a Exposição Feira Agropecuária, Comercial e Industrial de Vilhena (EXPOVIL), que é realizada todos os anos, reúne grandes oportunidades de negócios, atrações regionais e nacionais, atraindo milhares de pessoas.

Há ainda a Praça Ângelo Spadari; Praça Nossa Senhora da Aparecida e Praça do 5º Batalhão de Engenharia de Construção (BEC). Já nas cidades próximas, é possível destacar: em Cabixi, há balneários e rios que servem para pescar; em Colorado do Oeste e Cerejeiras há cachoeiras e em Pimenteiras do Oeste há o rio Guaporé, um dos mais conhecidos do Estado e uma praia fluvial (aquelas que surgem quando a maré baixa, como em Alter do Chão, no Pará, em Santarém-PA).

 

  • O QUE EXPERIMENTAR?

Ao contrário da gastronomia paraense, eleita a mais rica do país, Vilhena possui poucos pratos típicos, resultado da mistura de culturas de outras regiões, como já foi dito. “As pessoas, a cultura, gírias, clima, comidas etc, daqui do Cone Sul de Rondônia são bem diferentes das cidades lá do norte do estado. Aqui você vai encontrar a predominância da cultura sulista, já em Porto Velho e as cidades que estão perto da capital, há uma predominância da cultura nortista”, esclarece Mileide Queiroz.

Simples e refrescante, o Tererê é bebida “obrigatória” na cidade. Imagem: Reprodução

 

Na culinária, o que se destaca é o Tererê, típica do Mato Grosso do Sul, que lembra o chimarrão. O Tererê é feito com erva-mate e água gelada, mas também pode ser tomado com refrigerante ou com suco de limão. Já na hora de comer, o “Pirarucu Rondon” é considerado o principal prato típico do Estado.

 

  • E O INTERCOM?

Agora que você já conhece um pouco mais Vilhena, é hora de saber mais ainda do que nos motivará ir até lá: o XVII Congresso de Ciências da Comunicação na Região Norte. As inscrições começarão no dia 1º de março e seguem até 07 de maio. Os interessados em apresentar trabalhos (e quem quiser aproveitar os descontos!) devem garantir sua vaga logo até dia 06 de abril. Saiba mais sobre o cronograma de taxas clicando aqui.

Anualmente, o Intercom Norte reúne centenas de estudantes, professores, pesquisadores e demais interessados em três dias para apresentar trabalhos, participar de oficinas, palestras, lançar livros e muito mais.

Arte: Enderson Oliveira

Em 2017, o evento foi realizado na Faculdade Boas Novas, em Manaus. Em 2019, será realizado na Universidade Federal do Amazonas (UFAM), campus de Parintins e, em 2020, retorna a Belém para ser realizado na Estácio FAP.

Este ano, a edição nacional será realizada de 02 a 08 de setembro, na Universidade da Região de Joinville (Univille), em Joinville-SC. Até o momento, a grande novidade é a criação de dois novos Grupos de Pesquisa (GPs): Estéticas, Politicas do Corpo e Gêneros e Comunicação e Religião, perfazendo 34 no total.

Arte: Enderson Oliveira

 

Para quem deseja participar do evento apresentando trabalhos, em especial na etapa regional por enquanto, há três possibilidades:

◊ Divisões Temáticas

Voltado para graduados, estudantes de pós graduação, professores e outros pesquisadores, permite o envio e publicação de artigos e ensaios em uma ou mais das várias Divisões Temáticas que a organização possui. Saiba mais clicando aqui.

◊ Intercom Júnior

O grande espaço de “iniciação acadêmica” de jovens pesquisadores em Comunicação. O IJ recebe trabalhos de estudantes de graduação em Comunicação e também de recém-graduados (até um ano após a conclusão do curso), tanto para a etapa regional como a Nacional.

Segundo o site do Intercom, “os acadêmicos podem apresentar pesquisas derivadas de projetos de iniciação científica, de trabalhos de conclusão de curso (TCC), discussões teórico-práticas oriundas de ações de extensão e artigos finais de disciplinas cursadas na graduação, entre outras. Os trabalhos devem ser inscritos, tanto nos congressos regionais quanto no nacional, seguindo as divisões temáticas (DTs) e suas ementas, estabelecidas também para os grupos de pesquisa”.

Veja também: “Conselhos” para jovens pesquisadores

É importante viajar para apresentar os trabalhos no IJ, até mesmo porque os debates podem ser fundamentais. No entanto, para garantir a publicação, a apresentação do mesmo não é essencial. Veja as “categorias-mãe” que esta subdivisão possui:

IJ 1 – Jornalismo;

IJ 2 – Publicidade e Propaganda;

IJ 3 – Relações Públicas e Comunicação Organizacional;

IJ 4 – Comunicação Audiovisual;

IJ 5 – Multimídia;

IJ 6 – Interfaces Comunicacionais;

IJ 7 – Comunicação, Espaço e Cidadania;

IJ 8 – Estudos Interdisciplinares

◊ Expocom

A categoria competitiva e talvez a mais importante do Intercom! A Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação (Expocom) premia os melhores trabalhos experimentais produzidos exclusivamente por estudantes, sob orientação e/ou supervisão de um ou mais docentes, dentro do espaço acadêmico da Instituição de Ensino Superior (IES).

A premiação é simbólica, mas dá maior visibilidade e reconhecimento por “atestar” a qualificação dos estudantes. No Expocom é obrigatória a participação de ao menos um discente para apresentar cada um dos trabalhos, sendo dividido em etapa local; regional e nacional. Entenda:

 

Arte: Enderson Oliveira

Confira as categorias do Expocom e escolha logo a(s) sua(s) para enviar trabalho:

1. JORNALISMO

JO 01 Agência Jr. de Jornalismo (conjunto/ série)/ JO 02 Projeto de Assessoria de Imprensa (avulso)/ JO 03 Jornal-laboratório impresso (conjunto ou série)/ JO 04 Revista-laboratório impressa (conjunto ou série)/ JO 05 Produção laboratorial em audiojornalismo e radiojornalismo (avulso/ conjunto ou série)/ JO 06 Produção laboratorial em videojornalismo e telejornalismo (avulso/ conjunto ou série)/ JO 07 Produção em Jornalismo digital (avulso/ conjunto ou série)/ JO 08 Reportagem em Jornalismo impresso (avulso)/ JO 09 Reportagem em Radiojornalismo (avulso)/ JO 10 Reportagem em Telejornalismo (avulso)/ JO 11 Livro-reportagem (avulso)/ JO 12 Produção em Fotojornalismo (avulso/ conjunto e série)/ JO 13 Produção Jornalismo Literário e/ou de Opinião (avulso/ conjunto e série)/ JO 14 Jornal Mural (avulso/ conjunto e série)/ JO15 Documentário Jornalístico e Grande Reportagem em áudio e rádio (avulso/ conjunto e série)/ JO16 Documentário Jornalístico e Grande Reportagem em vídeo e televisão (avulso/ conjunto e série)

2. PUBLICIDADE E PROPAGANDA

PP 01 Agência Jr. de Publicidade e Propaganda (conjunto/série)/ PP 02 Campanha Promocional (conjunto/série)/ PP 03 Campanha Publicitária (conjunto/série)/ PP 04 Pesquisa mercadológica (avulso)/ PP 05 Jingle (avulso)/ PP 06 Spot (avulso)/ PP 07 Filme publicitário (avulso)/ PP 08 Fotografia Publicitária (avulso)/ PP 09 Anúncio impresso (avulso)/ PP 10 Cartaz (avulso)/ PP 11 Outdoor (avulso)/ PP 12 Publicidade em mídia digital (avulso ou conjunto)/ PP 13 Publicidade em outros meios (avulso)

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3. RELAÇÕES PÚBLICAS E COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL

RP 01 Agência Jr. de Relações Públicas (conjunto/ série)/ RP 02 Pesquisa em Relações Públicas (avulso)/ RP 03 Organização de evento (avulso)/ RP 04 Projeto de assessoria de comunicação empresarial (avulso)/ RP 05 Projeto de assessoria de comunicação governamental (avulso)/ RP 06 Projeto de assessoria de comunicação para o Terceiro Setor (avulso)/ RP 07 Produto de comunicação institucional impresso (avulso)/ RP 08 Produto de comunicação institucional radiofônico (avulso)/ RP 09 Produto de comunicação institucional digital (avulso)/ RP 10 Produto de comunicação institucional audiovisual (avulso)/ RP 11 Planejamento estratégico de Relações Públicas (avulso)

4. CINEMA E AUDIOVISUAL

CA 01 Filme de ficção (avulso)/ CA 02 Filme de não ficção/documentário/ docudrama (avulso)/ CA 03 Filme de animação (avulso)/ CA 04 Videoclipe (avulso)/ CA 05 Roteiro de filme de ficção (avulso ou seriado)/ CA 06 Roteiro de filme de não ficção (avulso ou seriado)/ CA 07 Fotografia em movimento (avulso ou seriado)/ CA 08 Vinheta (avulso)

5. RÁDIO, TV E INTERNET

RT 01 Programa laboratorial de áudio (avulso ou seriado)/ RT 02 Programa laboratorial de TV (avulso ou seriado)/ RT 03 Ficção em áudio e rádio – audiodramatização, peça radiofônica, radionovela e afins (avulso ou seriado)/ RT 04 Ficção em vídeo – Telenovela, Séries Televisivas e afins (avulso ou seriado)/ RT 05 Produção Audiovisual para mídias digitais (avulso ou seriado)/ RT 06 Blog (avulso)/ RT 07 Website (avulso)

6. PRODUÇÃO TRANSDISCIPLINAR

PT 01 Edição de Livro (avulso)/ PT 02 Design Gráfico (avulso)/ PT 03 Ensaio fotográfico artístico (conjunto)/ PT 04 Fotografia artística (avulso)/ PT 05 Fotonovela (avulso ou série)/ PT 06 Charge/caricatura/ilustração (avulso)/ PT 07 Embalagem (avulso)/ PT 08 Histórias em Quadrinhos (avulso)/ PT 09 Roteiro de Games (avulso)/ PT 10 Projeto de Comunicação integrada (avulso)/ PT 11 Produção multimídia (avulso)/ PT 12 Revista customizada (avulso)/ PT 13 Comunicação e Inovação (avulso)/ PT 14 Games (avulso)

  • NOS VEMOS LÁ!

Chegamos ao “fim” do nosso guia! 🙁 Espero que ele seja útil para você de algum modo. Mais do que isso: que, apesar dos desafios, muitas pessoas participem e que o Intercom Norte 2018 seja inesquecível – tenho certeza que será! E isto depende dos esforços de todos: nós professores, alunos, pesquisadores e demais interessados para que, primeiro, deixem o preconceito de lado e, logo a seguir, participem do evento! 

Vamos aproximar os pesquisadores da Amazônia! Participe do grupo Pesquisadores em Amazônia, Comunicação e Interfaces

Sobre isto, Allysson Viana Martins afirmou que “a organização do Intercom Vilhena deseja contar com a participação de todos os envolvidos com a comunicação no Norte. Quem vier, pode ter certeza de que encontrará um evento único, conhecerá uma faceta diferente do Norte através da nossa cidade. Vamos fazer um grande evento, que envolverá toda cidade, com muita cultura, gastronomia e música; vamos fazer uma linda festa e um evento animador para estreitar os laços e as produções de conhecimento da região. É um momento de troca e união, a ciência brasileira exige isso mais do que nunca”, finalizou.

Programe-se! Nos encontramos em Vilhena!


E
nderson Oliveira

(Colaboraram: Mileide Queiroz, Aline Rayane e Gabryel Biavatti. Muito obrigado!)

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