Especial Vias de Guerra discute os problemas do trânsito em Belém

vias de guerra
Arte: Maycon Nunes.

Na segunda semana de 2015, o Diário On Line (DOL) publicou o Especial Vias de Guerra, com conteúdo exclusivo sobre um dos maiores problemas da cidade: o trânsito.
Imprudência ao se avançar sinal fechado, recorrência em acidentes com motociclistas, alto número de colisões em cruzamentos, falta de vias de escoamento do tráfego, falta de sistema de transporte coletivo – de fato, operante e eficiente – são alguns dos fatores que tornam o trânsito na capital paraense cada vez mais perigoso e violento.
O Vias de Guerra apresenta dados, galerias, vídeos e infográficos que discutem o papel de todos que fazem parte do trânsito de Belém: dos pedestres aos condutores, passageiros aos ciclistas, agentes de trânsito aos motociclistas, sem esquecer que o trânsito também é em boa parte relacionado às condições de infraestrutura das vias e ao sistema de transportes. Em última análise, infelizmente trata-se de uma guerra silenciosa e preocupante, na qual todos nós já fomos ou – infelizmente – podemos ser personagens.

> Veja outras matérias sobre o trânsito em Belém

O especial, resultado de um conjunto que trabalhou bastante ao longo de quase sete meses, é de minha autoria, com infográficos e vídeos do multimídia Maycon Nunes, imagens do repórter fotográfico Cezar Magalhães, desenvolvimento de Rodrigo Fiel e Leônidas Amorim e contou com a coordenação e editoria de Fabiana Batista e Bernadeth Lameira.
O especial conta com as seguintes reportagens, que traçam um panorama amplo dos problemas no tráfego da capital paraense:
01. A violência que mancha a rotina no trânsito
02. Pressa: maior inimiga da segurança
03. Questão de segurança, saúde e economia
04. Estado é recordista em acidentes com motos
05. Alternativas para o caos existem
Ao longo dos textos, galerias como de flagrantes na via expressa, principais causas de acidentes e possíveis alternativas e soluções, mais que ilustrar, tornam mais visíveis ainda o que por vezes tentamos ignorar ou deixar de lado. Talvez com tais observações algo possa ser modificado, esta é a esperança. Ficou curioso? Acesse o especial completo clicando aqui.

Enderson Oliveira

Deixe uma resposta