Enderson Oliveira

Belém, 404 anos: arte, saudade, futurismo, influencers, problemas e banheirões

Entrei no Diário Online (DOL) na primeira semana de abril de 2014 e, desde o segundo semestre daquele ano, comecei a produzir algumas matérias e reportagens especiais, aproveitando a liberdade que o portal sempre me deu desde o início, ainda como repórter.
Em 2015, 2016 e 2017 me dediquei a escrever alguns textos especiais sobre os aniversários de Belém, como Doze canções para (ou sobre) BelémHistória, turismo e cultura seguem à margemBelém, 400 anos… Ou danos?Belém de dentro para fora e de fora para dentro e Belém do Pará, ano um. 401., entre outros.
O cansaço e a frustração de ver uma cidade abandonada pelo poder público, maltratada pela sua população (que não a conhece e nem a ama) e chatice dos clichês turísticos e midiáticos acabaram me fazendo preferindo não escrever tais textos em 2018, 2019 e 2020.
Este ano, mesmo com tal decisão – tanto pelo “cansaço” como por precisar focar em minha pesquisa no doutorado -, segui com a certeza de que é preciso (e possível) falar e pensar Belém de outros modos, por vezes inusitados, mas sempre múltiplos, fundamental em uma cidade singular, ainda que caleidoscópica.
Atento a isto, agora como um dos coordenadores de conteúdo, posição que ocupo desde junho de 2018, convidei alguns amigos, pessoas de confiança e/ou apostas para produzir conteúdos especiais, não somente para o portal, mas para Belém. Nem todas puderam contribuir, infelizmente. Fica o convite para 2021.
Independente disso, é certo que Belém precisa de “novas”(?) reflexões, mais do que as merece. Foi aí, então, que foram criados e publicados os seguintes conteúdos, que mais do que atrair acessos, espero que atraia reflexões. Vamos à lista:

Entre ofensas gritantes e prazeres silenciosos: a Belém da homofobia e dos banheirões, de Maurício Igor e este autor

Belém, nostalgia e tempos possíveis, de Relivaldo Pinho

Tecnológica e sombria: a Belém futurista de Keoma Calandrini, de Daniela da Costa, Ana Cláudia Nascimento, Ulysses Penna, com orientação de Danilo Caetano e colaboração de Ângelo Cavalcante

Qual música melhor representa Belém?, em parceria com Monique Costa

‘Belém, Belém, Belém, será que tá tudo bem?’ Belém [Error 404], de Fernanda Palheta e minha edição

Confira o primeiro episódio de IlhaDOLs, o programa com personalidades de Belém, com produção e apresentação minha e da Bruna Dias

‘Tu te garantes?’ Personalidades paraenses enfrentam desafio no IlhaDOLs, idem

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